O segredo por trás das duas faces de Alisson no Sporting que ninguém esperava ver
O Sporting conquistou uma vitória épica contra o Athletic Bilbao por 3-2 na Liga dos Campeões, garantindo a qualificação direta para os oitavos de final. Alisson Santos marcou o golo decisivo nos minutos finais do encontro, aos 90+4, consolidando um padrão de sucesso em momentos críticos para o conjunto verde e branco.
O extremo brasileiro substituiu Francisco Trincão e rapidamente fez a diferença. Embora Luis Suárez tenha falhado perante o guarda-redes Unai Simón, Alisson aproveitou o ressalto para transformar a oportunidade num triunfo fundamental. Este foi o terceiro golo do jogador na prova europeia nesta temporada, consolidando uma estatística impressionante de eficácia.
Desde a sua chegada da União de Leiria na época anterior, Alisson tem demonstrado grande rendimento europeu. Marcou golos frente a Kairat Almaty e Marseille, apresentando uma média extraordinária de um golo a cada 52 minutos aproximadamente. Esta performance coloca-o como o terceiro melhor marcador do Sporting na Champions desta época, atrás apenas de Trincão e Suárez, ambos com quatro tentos.
Na história da competição ao serviço do Sporting, Alisson integra agora o top dez de melhores marcadores com três golos em oito encontros. Nesta lista, Viktor Gyokeres lidera com seis golos, seguindo-se Liedson e Trincão, também com seis. Completam a classificação Nani, Suárez, Bruno César, Paulinho, Pedro Gonçalves e Ricardo Sá Pinto com quatro e três golos respectivamente.
Contrastando com o sucesso europeu, o desempenho de Alisson no campeonato português é significativamente distinto. Na I Liga, o brasileiro apresenta apenas uma assistência em 17 jogos, sem qualquer golo marcado. Esta disparidade sublinha uma clara dificuldade em traduzir o brilho continental para as competições domésticas, revelando duas versões bem diferentes do mesmo jogador.





