Protesto e madrugada sem dormir no Seixal revelam tensões que a Taça da Liga expôs no Benfica

A eliminação do Benfica na Taça da Liga gerou reações intensas de frustração. O Sporting de Braga venceu com autoridade no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, impondo um resultado de 1-3. Os bracarenses marcaram através de Pau Victor, Rodrigo Zalazar e Gustaf Lagerbielke, enquanto Vangelis Pavlidis respondeu pela conversão de penálti para os encarnados.

José Mourinho expressou indignação profunda após o apito final. O técnico anunciou que o plantel não regressaria a Lisboa imediatamente, permanecendo no Seixal para trabalho de recuperação psicológica e física. Sublinhou a necessidade de preparação intensiva para o confronto com o FC Porto nos quartos de final da Taça de Portugal.

Na sua análise, Mourinho identificou deficiências graves na primeira metade. Reconheceu que apesar de um início positivo, a equipa sofreu um colapso após o incidente do penálti anulado pelo VAR. Argumentou que na segunda parte o Benfica dominou, mas a má performance inicial não justificaria vitória.

Rui Costa, presidente do clube, assumiu responsabilidade institucional pela derrota. Clarificou que a permanência no Seixal não constituía castigo, mas sim prevenção para próximas competições. Enfatizou que o Benfica compromete-se em todas as competições, tornando o resultado particularmente lamentável.

Adeptos manifestaram descontentamento junto ao Estádio da Luz. Um grupo de cerca de trinta apoiantes exibiu tarja crítica durante protesto organizado. A ação constituiu reação ao contexto recente de investimentos institucionais paralelos aos objetivos desportivos.

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